sexta-feira, 8 de agosto de 2008

FRAGRÂNCIAS IMENSURÁVEIS DA ALMA


Eu sonhei assim:
Ser teu melhor amigo...
Escondo-te no meu abrigo; o coração.
Lembrando das noites de insônia...
O cheiro, a fragrância da alma,
Sempre pronunciando palavras de conforto, gestos de amor...

Alcely Júnior

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

DINHEIRO, AMOR, SORTE, PAZ E PAIXÃO!


Vestido de branco, pureza pura, exemplo para várias interpretações. Simbologia: repleto de luz, tranquilidade, muita paz. Em silêncio não sei ao certo o que devo exprimir. As marcas e cicatrizes ficaram pra traz ao longo de vários anos, mas mantenho teu presente, segredo guardado dentro do cofre do meu coração, que continua na sua embalagem original. Palavras, letras, canções que exprimem o meu amor, ai pergunto quem é que liga pra romantismo? Dizem que sentimental eu sou demais, “entre aspas”, conheci o outro lado da lua, o sol da minha vida e meus queridos amigos! As estrelas esquecidas, a conquista do meu espaço, nem sei se é sideral, imagino o contexto, de repente quem não me conhece de verdade? Ainda! Absoluto intéprido, coração aberto, revigorado, aliviado, mas nem tanto! Procuro novos caminhos, sorte não deixe-me abater pelos reversos. Companhia de um copo de cerveja, ao som das armas de São Jorge, escorado na sombra de Augusto dos Anjos, Clarice de minha saudade, letras, palavras de um sentimento caprichado, significado “AMOR”, fascínio desvendado, vida saudável, certeza: o melhor remédio é viver! Tenho edições limitadas, o fascinante mundo dos sonhos, o prazer. Deixando de lado a vida enfadonha, a mesmice de sempre, de repente, “EU” por encomenda, sem título divago sem rima, “AMO” sem prumo, quem sabe descubro um beijo, um abraço, talvez? Adeus ano velho, feliz ano novo, muito dinheiro no bolso, saúde, felicidade pra VOCÊ!

Alcely Júnior

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

ADERNIL, A BARRACA QUE DEU CERTO!


Lá tem os maiores de 90 anos, os caceteiros, bolo,
coxinha, pastel, o sargento o cabo e o coronel. Mané, seu João, seu Manoel. Pilunga de nêga em nêga.
Eita, Adernil! Perdi minha carteira! Só não foi a caceteira do Brasil. Levando a vida de caixeiro viajante, Pilunga, sem eira nem beira, pinga com limão, só nós dois, os apaixonados por música e paixão. Adernil: flamenguista doente, ajoelhado beija o chão, comé que pode! Tem moleca, tem desejo, rindo à toa, tem cheiro, fiado só amanhã acompanhado dos pais. Tem moleca de novo, mais uma vez, o som que arranha, engancha, dernil, dernil, dernil, enche o coração, quais, tais, tantos.
Pintado de vermelho e preto, Adernil, cabelo de bombril, homem honesto e correto, tens Deus no coração. Adernil/ a barraca que deu certo!
Obrigado meu irmão.

ROD BR 316 KM 22

VIZINHO ONDE MORO
ARARIPINA-PERNAMBUCO-BRASIL*

Alcely Júnior

APENAS UMA GAROTINHA


Por ser feito criança, brinco? Não na orelha, amo? Só uma vez me apaixonei, mais continuo ¨só ¨. Quando eu crescer serei o quê? Sou mocinha ou bandida, correrei atrás de alguém? Quero ser mesmo é gente grande, ter minhas próprias saudades, meus devaneios, brincar de ser adulta, lembrar dos lugares que contém minha vida, amor e paixão. Meu brinquedo predileto: caprichos, novelas, romances, e poder falar outro idioma: ¨I love you ¨

Alcely Júnior

PARA CLÁUDIA LEITE



Que amor é esse/ que me revira a alma, sacode o peito, acelera meu coração? É quase um sonho que se revela em pura melodia, crescendo dia após dia/que amor é esse? Que me hipnotiza o corpo, a alma? Move meus pensamentos, aguça os momentos de prazer. Perturba o meu sono, sem expectativas mais, crio encontros imagináveis, sofro por demais. Que estranho amor. Pensando na velocidade de encontrar você é hora de voar (pássaros). Fui dormir (pensando em você). Beijo na barriga, minha linda.
Ps: PROGRAMA DO Jô ( 05/08/08).


Alcely Júnior

MADAME VAGALUME


"Pra mim você é
madame vagalume
alumiando aqui se apagando alí
vivendo só de provocar ciúmes
De mulher assim
não se deve ouvir queixumes
Piscando olhar , pra quem passar
madame vagalume
Você vai viver sem nunca amar."



Assis Menezes*

QUE AMOR É ESSE?



Com tanto querer bem, que amor é esse hein? Que mexe com o meu corpo, embriaga minha alma, que tem vontade de te ver? Quando penso em ti logo insisto em te querer. Não dá pra esconder o que sinto: o rosto estampado nas bilas de meus olhos, absorto no disfarce de um chamego, sinto-me na quinta nota musical. Encandeado de desejo, perco os sentidos, o beijo encravado, afago de sempre, pois, não consigo esquecê-lo. Etopéia de um amor sem limites, impregnado dentro de mim. Como gostar tanto assim? Na metamorfose dos meus olhos, diferente fico na luz do luar, nocauteado, cansado de tanto amar, só me resta falar. Abrupto com cheiro de L’insolente, regado com um abraço e um beijo sabor Campari, um sonho a realizar, minha abnegação, toda devoção. Coadjuvante de um filme triste, lágrimas a rolar. Que amor é esse? Nos poemas que já fiz, nos versos meus, não esqueça de lembrar, um dia, do amor que eu te dei.
Até quando? Espero nunca acabar....... The end.

Alcely Júnior

BAQUEADO

Uma história de paixão, crescendo nas asas da minha imaginação. Cada vez mais, cada vez delirantemente, feliz na sua imensidão, sem rancor, com muito amor. A dor da saudade sem fim de um filme triste: auto retrato de uma melodia, coração, melancolia do antes, durante e depois. Porto seguro da solidão, evitando o que me vale, trocando em miúdos, espelhando o meu olhar, meu encanto, minha lágrima, sozinho no meu canto, cheio de amor pra dar, emoldurado, enquadrado, no brilho da noite, gotas de orvalho, optando pelo sol, o nascer do sol, ausente de ti, nesse caos um pouco infantil, causa perdida de minha vida, palavras de um silêncio. Sequestro de minhas lembranças, começo do meu cativeiro, sem poder explicar o que eu fiz,além de amar demais, foram deslizes da dor de minha emoção...
Alcely Júnior

DOIS MÚSICOS E UM POETA


Apaixonados pela arte de combinar os
sons de maneira agradável ao ouvido.
Vidas sem freios, acelerados por
paixões, uma coisa em comum, mera
coincidência, a cada segundo, a cada
minuto,acomodados na CALÇADA DA
FAMA (lugar comum). Do meu lado
direito nada mais nada menos do que
“meu querido”, aperfeiçoando sua arte,
sua criatividade, agarrando todas as
oportunidades, um grande talento, sabe
quem é?: O perfil de um amigo, o
tom desinibido, lutando pelos seus
ideais. Quem sabe um dia vencerás. Do
lado do coração, meu irmão camarada,
mais conhecido por um momento de
entusiasmo, deixa rastro de sedução,
sensível, realista, tem o poder de
proporcionar momentos, oceanos de
alegria, e foi, foi, foi, pra sempre será.
E por falar em saudade, esqueço um
pouco de mim: paz interior, esquisito
por natureza, sina, que beleza ser
íntimo de mim mesmo, ter perseverança,
esquecido de vez em quando,
incompreendido por muitos.A qualidade:
os anseios, os desejos, bocas que
murmuram palavras de amor. Por último
a participação especial de “Elis”, uma
mulher apaixonada, comunhão de uma
vida ampla, restrita a meus pensamentos,
o meu sentimento maior: o amor, a
saudade da derradeira saudade...
Sem explicação...
Trajetórias opostas...
De mim, nada sei...
Alcely Júnior

O ENCONTRO DO SOL COM A LUA



Via o entardecer, a noite caia nos braços meus...Luzes da cidade, a brisa, o vento, eu e você, os dois frente a frente, estrelas no firmamento. O sol vestido de vermelho, brilhando, de repente a lua como sempre radiante, esbocei-lhe um sorriso de felicidade, você estonteante! Emoção partilhada, tudo a ver, efêmero, sublime, lágrima derramada, mãos dadas. Celebrando à vida, à paz, o amor puro e sincero. Um pequeno gesto de agradecimento, reflexos de minha memória, lembra uma história...Quanto sentimento, que seja eterno, fraterno enquanto dure, sentimento mergulhado, misturado, exagerados, embalados por um fundo musical, por pura sorte, eclipse total*
Alcely Júnior

QUANDO


Quando desejares um pouco de alento, em momentos de incertezas e indecisão que te possam causar mal, por menor que seja, pensa em mim, que te mostrarei o norte para que saibas o caminho a seguir, mesmo sozinha quando estiveres sozinha, em meio as adversidades da vida,aflita e sem ânimo, sem conforto de pelo menos uma palavra amiga, pensa em mim que tanto te quero e adoro, com muito amor. Quando te sentires oprimida por alguém ou depressiva por algum motivo, pensa em mim! A energia positiva que carrego dentro de mim há de reerguer o teu estado d´alma e colocar-te no ponto ideal de conformação quando pensares que nada mais resta fazer para alcançara felicidade que almejas, pensa em mim que tenho tanto a dar-te que somente desejo em troca o teu sorriso franco, o teu olhar sereno e tua voz...Quando quiserdes uma tênue luz no fim do túnel, que possa iluminar o teu caminho, evitando os percalços de uma jornada cheia de perigos que possam te ferir, pensa em mim que serei o teu farol e guia,pelo resto da vida...

Alcely Sobreira*

LAMPIÃO E MARIA BONITA


Sou brasileiro, nascido em Juazeiro do meu Padim Ciço Romão vivendo no mundo da imaginação aprendi que Virgulino só tem um, Lampião tem muitos, eu sou um deles, não sou o cangaceiro que muita gente pensa que eu seja. Predestinado, inveterado de amor, fatigado de paixão. De noite rondo a cidade e te procurar, percorro noites de solidão, por não ter o que fazer, teimo em te querer, vivo à procura de Maria Bonita, uma menina de olhos escuros, nariz arrebitado e boca miúda. Louco por ti, te amo em segredo, apelando pra sorte, lembro-me da primeira vez que vi teu doce e ameno sorriso. Na esquina Glória com Conceição lá esta Lampião, olhos reluzentes, saudades intermitentes, pensando nisso busco um lugar ao sol, permaneço sonhando, acordo mesmo sem estar a teu lado, apois, mês de julho despedaçado, encabulado e destemido, vivo sempre escondido, iludido, o choro contido, perdido, feito cego em tiroteio. Vítima desse próprio amor tento brincar com todas as letras, mas como só tenho um olho só, olho pra traz, vejo lágrimas derramadas. Se vosmicê me conhece de verdade, pruquê sofro decepção? Trago-te no meu olhar e nos mistérios de mim mesmo progunto: pruquê sou assim? Eu não nasci pra sofrer, mas reclamo-me de uma dor insuportável, o sentimento descendente de uma infinita “saudade danada”. Distraído, confiante, sigo o barco adiante, sem ódio, sem rancor, palavras de um pensador que me ensinou a amar... Um dia, quem sabe a morte, o destino dirá mais uma vez que chorar sempre me fará sofrer e na manhã seguinte, no dia primeiro de agosto, a gosto de Deus, “serei o rei do teu coração”...


Alcely Júnior