Eu sonhei assim:
Ser teu melhor amigo...
Escondo-te no meu abrigo; o coração.
Lembrando das noites de insônia...
O cheiro, a fragrância da alma,
Sempre pronunciando palavras de conforto, gestos de amor...
Escrevendo sou feliz...
Eu sonhei assim:
Ser teu melhor amigo...
Escondo-te no meu abrigo; o coração.
Lembrando das noites de insônia...
O cheiro, a fragrância da alma,
Sempre pronunciando palavras de conforto, gestos de amor...


Lá tem os maiores de 90 anos, os caceteiros, bolo,
coxinha, pastel, o sargento o cabo e o coronel. Mané, seu João, seu Manoel. Pilunga de nêga em nêga.
Eita, Adernil! Perdi minha carteira! Só não foi a caceteira do Brasil. Levando a vida de caixeiro viajante, Pilunga, sem eira nem beira, pinga com limão, só nós dois, os apaixonados por música e paixão. Adernil: flamenguista doente, ajoelhado beija o chão, comé que pode! Tem moleca, tem desejo, rindo à toa, tem cheiro, fiado só amanhã acompanhado dos pais. Tem moleca de novo, mais uma vez, o som que arranha, engancha, dernil, dernil, dernil, enche o coração, quais, tais, tantos.
Pintado de vermelho e preto, Adernil, cabelo de bombril, homem honesto e correto, tens Deus no coração. Adernil/ a barraca que deu certo!
Obrigado meu irmão.
ROD BR 316 KM 22



Uma história de paixão, crescendo nas asas da minha imaginação. Cada vez mais, cada vez delirantemente, feliz na sua imensidão, sem rancor, com muito amor. A dor da saudade sem fim de um filme triste: auto retrato de uma melodia, coração, melancolia do antes, durante e depois. Porto seguro da solidão, evitando o que me vale, trocando em miúdos, espelhando o meu olhar, meu encanto, minha lágrima, sozinho no meu canto, cheio de amor pra dar, emoldurado, enquadrado, no brilho da noite, gotas de orvalho, optando pelo sol, o nascer do sol, ausente de ti, nesse caos um pouco infantil, causa perdida de minha vida, palavras de um silêncio. Sequestro de minhas lembranças, começo do meu cativeiro, sem poder explicar o que eu fiz,além de amar demais, foram deslizes da dor de minha emoção...

